Parque Natural da Madeira

 

Vigilante das Ilhas Desertas

Diário de José Manuel Pestana

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Regresso a casa. Vigorava a regra número um, Fernando Vieira lava a loiça. O serão do anoitecer consistia nas histórias maravilhosas e encantadoras que dois vigilantes descreviam ao pormenor sobre as suas experiências as quais ouvia esmorecido sem perder qualquer detalhe. Pareciam histórias de corsários, que em vez de procurarem tesouros, sacrificavam-se e dedicavam-se pela preciosidade ali iminente e representada por qualquer pormenor vivo das Ilhas.

Passam os dias muito mais depressa do que o desejado. Os vários patrulhamentos e respectivas passagens pelo Calhau das Areias e pela Ponta do Tabaqueiro, locais mais frequentes do avistamento de Lobos-Marinhos, resultam infrutuosos. Alguém lembra-se de avisar que se passam estadias inteiras sem se ver um único Lobo-Marinho.

   
 

   
 

 

Uma limpeza da praia da Fajã Grande, uma zona verde que consiste na proliferação de pequenos arbustos, local situado do outro lado da Deserta Grande, caracterizado por uma suposta derrocada violenta que assomou sobre o mar, preenche um dia cansativo de vigilante.

 

   
       

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Copyright João Olival & Paulo Roldão, last update: terça-feira, 07 de Fevereiro de 2006.