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Vamos construir um webquest no FrontPage: |
Grupo 1 -
P/I Webquests João, Rita, Sara e Vera |
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Muito bem, comecemos por apresentar o que é isso a que se dá o nome de
Webquest: O que é um Webquest? O Webquest é uma ferramenta que permite adquirir informação a partir da Internet com fins educativos, onde se envolve o professor e o aluno numa interacção entre a informação filtrada pelo webquest e a utilização da mesma em contexto de sala de aula. Criação: O Webquest foi proposto e criado pelo Professor Bernard Dodge para auxiliar os professores num determinado tipo de actividades a pôr em prática em contexto escolar. Bernie Dodge, como é conhecido, é professor na Universidade de San Diego desde 1980 e é o criador do conceito WebQuest. Também já desenvolveu diversos softwares que estão no mercado, como a criação em 1982 de uma das primeiras BBS's dedicadas aos professores, e que se tornou mais tarde parte da rede FrEdMail. O Professor Dodge desenvolveu diversos softwares que estão no mercado, incluindo PLANalyst, uma ferramenta para a criação de lições. O seu projecto mais recente é Irrawady, um ambiente de escrita que capacita crianças (e estudantes de pós-graduação) a criar histórias interactivas e simulações na World Wide Web. Dodge define o Webquest como "uma actividade orientada para a pesquisa em que alguma, ou toda a informação que interage com os alunos provém de recursos da Internet, opcionalmente apresentados por videoconferência.” Dodge (2002). O autor distingue ainda, dois níveis distintos de WebQuests: um de “curta duração”, aplicado no espaço de uma a três aulas; outro, de “longa duração”, aplicado no espaço de uma semana a um mês, e que segundo Marzano (1992), têm objectivos distintos, sendo que, nos projectos de curta duração procura-se a aquisição e integração de conhecimentos enquanto que, nos projectos de longa duração o objectivo é a extensão e refinamento de conhecimentos. Em que pode isto ajudar os professores: > A Modernizar modos de fazer educação; > A Garantir acesso a informações autênticas e actualizadas; > A Promover a aprendizagem cooperativa; > A Desenvolver as habilidades cognitivas dos alunos; > A Transformar activamente informações (em vez de as reproduzir apenas); > A Incentivar a criatividade; > Favorecer trabalho projectado e realizado por si próprio; > Favorecer o compartilhar de saberes pedagógicos. Quais as vantagens e as desvantagens do Webquest? Durante os últimos 20 anos tem surgido uma variedade de programas e métodos que procuram estimular o uso das novas tecnologias ao serviço do currículo e do ensino, contudo ainda se verifica: Dificuldade em determinar quais as práticas mais eficientes para o uso da tecnologia ao serviço da educação; Dificuldade em determinar a melhor forma de integração do uso da tecnologia no currículo para que os estudantes possam recolher os maiores benefícios.
Todos estes itens foram retirados de opiniões pessoais de pessoas, sobretudo professores, que as deixaram online, em sites de avaliação de webquests e outras áreas de discussão sobre este tópico, para que as possam consultar, aqui deixamos o link: <http://webquest.sp.senac.br/textos/quem>, consultaso por nós a 06/02/2006 Também considerando a perspectiva do professor os Webquests têm vantagens e desvantagens, aqui deixamos algumas:
Fundamentação Teórica: Vejamos agora sucintamente quais os fundamentos teóricos em que se baseiam os Webquests, e que o tornam aquilo que é. Limitamo-nos a apresentar aqui pequenos tópicos, mas disponibilizamos todos os links que permitem o acesso a todos os artigos e páginas web consultadas para a construção deste resumo teórico, uma vez que este webquest se prende com a parte prática de construção de webquests e não com a sua fundamentação teórica, ainda que relevante. Autores que marcaram a fundamentação teórica:
A maior teoria por detrás dos Webquests é o Construtivismo, em linhas gerais aqui deixamos alguma informação relativa a esta teoria, dando alguns links especializados nesta área do saber: Segundo uma definição geral, o Construtivismo é: Uma teoria da aprendizagem cujo pressuposto central é o de que o aprendente constrói o seu próprio conhecimento. A forma pela qual o conhecimento se vai construindo é pela associação de nova informação com a demais informação adquirida previamente e também, através da experiência e da reflexão sobre essa mesma experiência. Um modelo cognitivo, uma vez que é uma teoria sobre o processo de construção do conhecimento, que se centra no aprendente e nas suas operações mentais ou cognitivas durante o processo de aprendizagem e que, enfatiza a participação e o controlo do aprendente no e sobre o processo. Dentro do Construtivismo, deve salientar-se a teoria de Construtivismo social, da autoria de Vygotsky, cujos conceitos chave são os seguintes: >Interacção social, ou seja, a interrelação entre sujeito pensante e a sua dimensão social; >Cognição sócio-cultural, uma vez que o contexto é o elemento essencial para a construção do conhecimento; >Linguagem, que é o meio de mediação do conhecimento; >Zona de desenvolvimento proximal; >“Scaffolding” (termo específico, muitas vezes metaforizado como 'andaime', algo que auxilia a construção do conhecimento, até ao resultado estar pronto).
Aplicação da teoria na prática:
Ficam aqui as nossas sugestões bibligráficas, que podem consultar, segundo o dia em que nós os consultámos: 13/02/2006: <http://edweb.sdsu.edu/courses/edtec596/about_webquests.html> <http://www.infotoday.com/MMschools/may00/march.htm> <http://www.infotoday.com/MMschooll/nov00/march.htm> <http://www.ozline.com/webquests/intro.html> 16/02/2006: |
Links: Webquest
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